Deserto de engrenagens

Quem anda por esse terreno desértico que é o Blog da Volutta já deve ter percebido que a temática é variada, ainda que as âncoras sejam as experiências da Volutta e desse pseudopoeta que vos escreve. Existe variedade.

Por alguns momentos nessas imagens o leitor deve ver montanhas de areia somente, havendo alternância entre os trechos de ventos refrescantes e outros de calor intenso.
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Na Mira

Corri uma meia maratona.
Justo eu tão fã de Maradona.

Pode parecer que não, mas existe pontos de vista onde as duas coisas são antagônicas.
E aqui tentando fazer graça, quem sabe da minha caminhada sabe do que eu tô falando.

Mas na minha historia recente eu to mais pela maratona que pelo Maradona. O peso da consciência montado a cavalo na idade.
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A fugaz necessidade de ser eterno…

Às vezes um verso muda a sentença dos acordes.

Às vezes os acordes conduzem o texto.

Cada qual no caminho que satisfizer o ouvido do compositor.

Uma vez as palavras jogadas sobre os acordes, os ajustes virão, trazendo as rasuras ou solicitando novos caminhos para a harmonia. Quem baila amarrando as pontas é a melodia e essa depende exclusivamente da sensibilidade.
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Estrela Vermelha

Muitas coisas me satisfazem plenamente.

Em níveis e intensidades diferentes, mas provocam aquela sensação de que a vida toda valeu a pena. Pequenos momentos. Fragmentos de tempo. Alguns maiores, outros menores.

A satisfação de um disco da Pública.
A satisfação de ver a Carina voltando de viagem.
A satisfação de abraçar as minhas meninas.
A satisfação de comer um prato bem temperado.
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O fracasso não me subiu a cabeça

Ainda bem que o fracasso não me subiu à cabeça.
Sim, eu sou um expert em perder. Faço isso de forma singular.
Mas não ter dado certo na vida é uma questão de interpretação, não é?
Como quase tudo nessa highway, é questão de ponto de vista.

Noutro momento deste blog relatei alguns causos por aqui:

http://bandavolutta.com/blog/?p=232

Olha aí o loser fazendo flashback!
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O dia em que a caça me venceu

Olhando pelo retrovisor lembro de ter relatado por aqui, algumas vezes, sobre o livro O FOCO, que me foi presente da Carina em 2014 e que saboreei demoradamente, tendo guardado imagens do livro pra toda minha vida.

É livro escrito por psicanalista, Daniel Goleman, best-seller, desses de autoajuda.
Como quase todo o livro acaba sendo de autoajuda quando o leitor o entende e o aplica.
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Ingredientes saudáveis para uma boa canção

Gosto de casa cheia.
Mas gosto de “Casa abandonada” também.

Dia desses lembrei de uma banda de uns camaradas com quem toquei lá pelos anos 90 que se chamava: A Banda ou Nada. É divertido.

Gosto de barulho dentro de casa. Gente.
Gosto de gente.
E gente faz barulho. Invariavelmente.
Mas gosto da presença.

Tem alguns eventos que são importantes pra mim.
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Leviatã

Eu tenho tentado vencer meus Leviatãs diariamente. Mas eu não sou marujo. Não sou marinheiro. Não mareio fácil, mas também não me equilibro. A imensidão do mar me dá um medo tremendo daquilo que eu não conheço e nesses devaneios, transformo minha figura de caçador em caça. O Leviatã tá levando vantagem e eu ainda procurando o norte.

Há um ano empreendi na missão de ler o livro Moby Dick pra reunir conteúdo pra colocar numa música do O Dia da Caça.
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Amabilia

Amabilia é um nome próprio feminino derivado do latim Amabilis, ajustado pelo italiano à Amabile e encontrado na língua portuguesa com roupagem gráfica inovada: Amabília.

Significa na origem amável, amorosa, doce, suave.

 

Amabilia é também uma trilha do nosso disco Flores pra você. A número sete do disco e a número um dos shows. É uma música instrumental que me veio praticamente inteira ao violão.
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Revira e volta

Desde criança pequena eu espero pelo Grenal.

Lembro que ganhar um campeonato era importante ao longo do ano, mas ganhar um Grenal era mais importante.

No casarão da Avenida Rócio tínhamos um aparelho Sharp na sala, todo de metal. As caixas de madeira, grandes, imponentes. E era daquelas caixas que saiam as narrações dos grenais. Quantos grenais eu ouvi naquela sala eu não sei.
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