A treta, o caos e a consequência

Algumas boas novas e outras nem tanto.

Muita treta.

Na verdade, nível hard de treta.
Assim tem sido os últimos dias no clã dos Brandão.
A começar pela combinação que eu não cumpri em escrever os textos para o blog no mês de Julho.
Fiz um e abortei o resto.
Ele ficou de cara.
A continuar pela minha insegurança e falta de dedicação com a Voluttà.
Ele ficou indignado, eu frustrada.
Temos nossas razões e todas são autênticas:
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(é injusto usar as crianças, que estavam de férias conosco, como justificativa para tanto descuido e desinteresse, mas não minto ao dizer que quando estamos juntos nos dedicamos 100% à elas e isso suaviza muita coisa)
Mas fato é, meu caro amigo, que a Voluttà é coadjuvante na minha vida da mesma forma que eu sou na dela, nao dá pra negar.
E explico: a Voluttà é fruto do íntimo do Lauro,
das sombras e luzes dele,
é como uma grande lupa sob o mundo que ele pinta
e transmite à nós sob ondas mecânicas.
Dito isso, repito, a Voluttà é fruto do íntimo do Lauro, com participação de todos que o querem e que ele quer, é claro.
Mas a Voluttà, inicialmente LaBran (informação só pra corroborar em favor do meu argumento), não vai mais se esconder através de timbres receosos, incertos e deslocados.
O timbre dela sempre foi e sempre será daquele que transpira às suas letras com romantismo demasiado e rodeios, mas sem filtros, pautado só em verdades.
A mim caberá o que eu sempre soube fazer de melhor, coadjuvar ao lado de quem nunca deve sair da frente, poque esse show meu caro, é todo dele, do meu mais amado frontman.