América

Sobre a distância:

Os últimos meses têm sido muito cansativos, por isso a distância da regularidade de escrever. Muitos acontecimentos, muitas mudanças.

Houve muitos insights sobre textos para o blog neste período, mas também houve uma infinidade de dúvidas sobre não usar textos sem conexão com a Voluttà, que é o que realmente nos interessa aqui não é?

Pois então, às vezes penso que sim, e às vezes penso que um livro que vá contar a caminhada da Voluttà e a produção dos seus discos, músicas, deva constar as peripécias daquele que compõe as letras das músicas.
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Um conto

Contando…

6/7/90, 6:20.
Julho em Porto Alegre é sempre frio.
Fala-se muito do minuano. Do Nordestão.
Mas o frio que se sente não carece de vento.
Ele se instaura, conduzido pela humidade do ar.
Ele procura os caminhos mais estáticos e se instala.

Nos ossos.

Nos corredores da maternidade da Santa Casa, passeando vagarosamente sobre o piso de lajotas vermelhas, o frio passeia calmo e calculista, em buscar de algum corpo relaxado.
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Suspiro

Tenho bronca comigo pela minha incapacidade técnica de fazer coisas melhores nas minhas composições. Não tenho problemas com depender de terceiros pra transformar minhas ideias musicais em trilhas graváveis e executáveis. Não tenho um ego tão inflado assim.

Tenho, sim, autopenalização por às vezes me vir um verso, uma frase, e não conseguir reproduzir exatamente aquela intenção num instrumento. Muita coisa bacana e mais próxima do meu bolsão de ideias/influências se perde por eu não conseguir trazer as intenções pras ondas mecânicas.
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Feminino

“Sou um homem feminino. Não nego o meu lado masculino.”

A exemplo da maioria da população masculina brasileira, já tive muitas atitudes e pensamentos machistas ao longo desses 40 invernos e não acredito que não vá, por vez ou outra cair no mesmo buraco. Mas essencialmente sou feminino. Um feminista.

Em muito isso se dá pela presença da Carina na minha vida.
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A treta, o caos e a consequência

Algumas boas novas e outras nem tanto.

Muita treta.

Na verdade, nível hard de treta.
Assim tem sido os últimos dias no clã dos Brandão.
A começar pela combinação que eu não cumpri em escrever os textos para o blog no mês de Julho.
Fiz um e abortei o resto.
Ele ficou de cara.
A continuar pela minha insegurança e falta de dedicação com a Voluttà.
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Regras do rock

O Lauro me incumbiu de escrever novamente. Não contente, satisfeito ou sabe-se lá o que mais, decretou que esta quinta, e na outra e na outra eu deveria produzir os textos pra cá. Sempre assim, sempre no bate e pronto.
Devo ter resmungado algo mentalmente, mas verbalmente me abstive. Ando muito desengonçada ultimamente e já perdi a conta das gafes cometidas nos últimos dias.
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Voluntários

Nos meus incessantes devaneios eu cunho as minhas visões de mundo. Ora obtusas, ora coerentes, ora idiossincrasias. Assim, normal, como qualquer indivíduo vivo, que acredita nas próprias convicções e pratica ciência na vida, na medida que atesta que o imaginário e o real se encontram, que as ideias encontram afirmação nas realizações e isso vira história.

Em linguagem forense, pra tudo na vida o valor se ganha na constituição de jurisprudência.
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Irmãos Erzinger

O Blog tem a função de ser a brasinha acesa pra nunca deixar morrer essa chama chamada Voluttà. E nessa história contada com capítulos quase semanais, as idiossincrasias desse que vos escreve, se somam as linhas (eventuais) da Carina, sobre a construção da banda mais desconhecida do sul do mundo. Isso compreende as pessoas que integram ou integraram esse grupo, bem como as andanças por essa existência.
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Diferentão

Às vésperas de completar dois anos de blog da Voluttà no ar eu percebo que esse diário de bordo ganhou vida própria. Assim como dito há um ano, sabíamos dos riscos de ganhar e perder pessoas interessadas em saber mais sobre a constituição da banda mais desconhecida do Sul do mundo e a formação dos seus integrantes, novos e velhos, com suas histórias cruzando o caminho da Voluttà.
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Limitado

O Dia da Caça segue sendo construída a muitas mãos, vários corações. Uma música escrita a várias mãos, observada a muitos pares de olhos, esperada por um pequeno e seleto grupo de interessados.

E a forma como se escreve esta história é apaixonante.

Só tem verdades. E as melhores histórias são as escritas com paixão na ponta da pena e verdades no coração.
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