Regras do rock

O Lauro me incumbiu de escrever novamente. Não contente, satisfeito ou sabe-se lá o que mais, decretou que esta quinta, e na outra e na outra eu deveria produzir os textos pra cá. Sempre assim, sempre no bate e pronto.
Devo ter resmungado algo mentalmente, mas verbalmente me abstive. Ando muito desengonçada ultimamente e já perdi a conta das gafes cometidas nos últimos dias.
Continue lendo...

• • •

Voluntários

Nos meus incessantes devaneios eu cunho as minhas visões de mundo. Ora obtusas, ora coerentes, ora idiossincrasias. Assim, normal, como qualquer indivíduo vivo, que acredita nas próprias convicções e pratica ciência na vida, na medida que atesta que o imaginário e o real se encontram, que as ideias encontram afirmação nas realizações e isso vira história.

Em linguagem forense, pra tudo na vida o valor se ganha na constituição de jurisprudência.
Continue lendo...

• • •

Irmãos Erzinger

O Blog tem a função de ser a brasinha acesa pra nunca deixar morrer essa chama chamada Voluttà. E nessa história contada com capítulos quase semanais, as idiossincrasias desse que vos escreve, se somam as linhas (eventuais) da Carina, sobre a construção da banda mais desconhecida do sul do mundo. Isso compreende as pessoas que integram ou integraram esse grupo, bem como as andanças por essa existência.
Continue lendo...

• • •

Diferentão

Às vésperas de completar dois anos de blog da Voluttà no ar eu percebo que esse diário de bordo ganhou vida própria. Assim como dito há um ano, sabíamos dos riscos de ganhar e perder pessoas interessadas em saber mais sobre a constituição da banda mais desconhecida do Sul do mundo e a formação dos seus integrantes, novos e velhos, com suas histórias cruzando o caminho da Voluttà.
Continue lendo...

• • •

Limitado

O Dia da Caça segue sendo construída a muitas mãos, vários corações. Uma música escrita a várias mãos, observada a muitos pares de olhos, esperada por um pequeno e seleto grupo de interessados.

E a forma como se escreve esta história é apaixonante.

Só tem verdades. E as melhores histórias são as escritas com paixão na ponta da pena e verdades no coração.
Continue lendo...

• • •

Parágrafo único

Deitado na cama no escuro, ouço a chuva que não dá trégua. Marrecos, galos e galinhas incrementam a cena lá fora em noise atenuada por pássaros. Eu abro os olhos e os acordes da gravação de o dia da caça reverberam na minha memória. Essa talvez seja a música mais viva e mais bacana que eu já tenha gravado nesta curta vida até aqui.
Continue lendo...

• • •

Master Chef

No calor da hora toda racionalidade vira sobremesa.
O Chef passeia frenético pela cozinha buscando os ingredientes, as cores, e os tempos certos de fritura, cozimento, os perfumes… sendo a base, a gordura: a emoção.

Gravamos os baixos da música o Dia da caça.
A gordura.

“Tava tudo escrito. Desconstruído.
Quando do escuro, tudo se fez luz.”

O Parffit é um cara diferentão.
Continue lendo...

• • •

Say hello to heaven

Os pensamentos e sentimentos borbulham num dia como o de hoje em frequência alta, temperatura escaldante, aparência infernal.
Às vezes me pergunto o porquê de em algum momento o azul ter sido associado ao céu e o vermelho ao inferno. Tecnicamente eu sei que tudo é luz. São simbologias. Mas nesse emaranhado frenético de emoções eu me vejo numa pintura a óleo nu, completamente nu, diante de um cenário quente, repleto de vermelho, olhando sorridente pro céu azul, azul vivo, céu de redenção.
Continue lendo...

• • •

A trilha

Na última sexta-feira, 08 de maio de 2017, enquanto as pessoas se preparavam nas suas casas para as baladas da vida, nós, componentes da Voluttà ingressávamos no desconhecido das gravações da trilha O Dia da Caça no estúdio Toca 88.

Uma empreitada e tanto que deve se estender até metade de junho, devido aos ajustes de agendas dos integrantes e do cronograma de trabalho que estabelecemos.
Continue lendo...

• • •

Artigo V

Oi.
Meu nome é Lauro. Não tenho sobrenome. Ou se tenho, deve ter nas minhas cartas de posse. Sou um bem, desses que as gentes possuem.
Outro dia ouvi falar que já estamos no ano de 1885. Não sei ao certo em que ano nasci, por isso não sei minha idade. Sabe como é né, preto não sabe muito sobre si.
Continue lendo...

• • •
1 2 3 9